O monumento foi edificado pela secretaria de cultura local sob os auspícios da gestão municipal no sentido de assinalar os 190 anos da passagem do revolucionário pernambucano pelo território aurorense que seguia em direção ao Crato. No Juiz de Aurora Caneca foi preso com cerca de 600 revoltosos sendo reconduzido ao Recife onde um ano depois foi fuzilado, juntamente com outros companheiros, inclusive com execuções em Fortaleza, a exemplo do célebre padre Mororó. Sendo o fim do movimento libertador que envolveu rebeldes de Pernambuco, Paraíba e Ceará.
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